quarta-feira, 8 de março de 2017

Dieta anticortisol: saiba regular o hormônio que causa acúmulo de gordur


O cortisol é um hormônio importante quando está em quantidades normais, pois deixa nosso organismo preparado para situações de perigo. “Ele ajuda a manter a pressão e diminui a queima calórica para poupar energia em caso de risco”, explica a endocrinologista Alessandra Rascovski.

O problema é que nosso organismo não faz a diferenciação entre uma situação de risco real e imaginária. Assim, em momentos de estresse no trabalho, por exemplo, o corpo também irá interpretar que estamos em perigo e liberar o cortisol. “Quando temos um caso de estresse crônico hiperestimulamos a produção de cortisol”, diz Rascovski.


O excesso deste hormônio pode causar uma série de complicações. Ele aumenta o risco de diabetes, hipertensão arterial e depressão e em casos extremos, como a Síndrome de Cushing, pode levar a uma atrofia muscular.

Outro problema é que o cortisol a mais estimula o acúmulo de gordura abdominal. “Isto ocorre porque o hormônio mobiliza o glicogênio, forma de açúcar guardada no fígado, que vira açúcar na circulação sanguínea e como ele não é utilizado, passa a ser depositado no abdômen”, esclarece Rascovski.

Além do estresse, existem outros fatores que podem levar ao excesso de cortisol. “Tumor suprarrenal ou tumor na hipófise, que também podem originar a Síndrome de Cushing, uso de corticoide como medicamento e a obesidade”, observa a endocrinologista Rosana Radominski, diretora do departamento de obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. Caso você suspeite que possa sofrer com o excesso de cortisol, a recomendação é se consultar com um endocrinologista.

Mudanças na alimentação e nos seus hábitos podem contribuir para a diminuição do excesso de cortisol, especialmente nos casos em que ele é decorrente do estresse, e consequentemente ajudar no emagrecimento. Porém, saiba que essas mudanças só vão surtir efeito em quem realmente for diagnosticado com o problema hormonal. Confira o que incluir e o que tirar da sua dieta e quais mudanças adotar no dia a dia para regular os níveis do cortisol.

A fenilalanina é um aminoácido que tem como uma de suas funções ser precursora da dopamina. Esse neurotransmissor, por sua vez, está envolvido no mecanismo de recompensa cerebral fazendo a pessoa se sentir bem e diminuindo aquela grande vontade de ingerir alimentos gordurosos e ricos em açúcar. “Quando você aumenta os níveis de fenilalanina, a pessoa se sente bem e então os níveis do cortisol, caso estejam elevados por causa do estresse, diminuem”, explica Rascovski. Alguns alimentos ricos neste aminoácido são: frango, ovos, arroz integral, brócolis, abóbora, couve manteiga, agrião e alcachofra.

O triptofano é um aminoácido e percursor da serotonina, que proporciona o prazer e o bem-estar. O neurotransmissor ajuda a pessoa a ficar bem, espantando o estresse e consequentemente o aumento do cortisol. Alimentos ricos em triptofano são: arroz integral, soja, oleaginosas, carne, ovos, leite e derivados. Entre eles, as comidas de origem vegetal são uma fonte mais garantida de triptofano. Isso porque as carnes, leite e ovos são ricos em outros aminoácidos, que concorrem com o triptofano na hora de serem absorvidos, resultando uma menor utilização dessa substância.


Alimentos ricos em cafeína devem ser evitados. “A substância é estimulante e então faz que com os níveis de cortisol aumentem”, explica a nutricionista Juliana Rossi Di Croce da Equilíbrio Clínica Nutricional. Algumas bebidas e alimentos que possuem a cafeína são: café, chá mate, chá preto, chá branco, chá verde, refrigerantes a base de cola e chocolate.


A vitamina B5 é importante para regular cortisol. “Isto porque esse nutriente é um cofator para a produção de serotonina”, explica Rascovski. E quanto mais serotonina, maior a sensação de bem-estar e menor a produção do cortisol. Alguns alimentos ricos neste nutriente são: damasco, amêndoa, leite, salmão, gérmen de trigo e farinha de aveia.



Isso porque há o risco do potássio piorar um efeito colateral do excesso de cortisol. “O nutriente pode diminuir a absorção de sódio, que já é comprometida quando os níveis de cortisol estão desregulados”, explica Di Croce. Alguns alimentos ricos em potássio são: banana, melão, kiwi, maracujá e água de coco.


Evitar grandes intervalos entre uma refeição e outra é uma recomendação para toda a população. Porém, para quem sofre com o excesso de cortisol, esta atitude é ainda mais importante. “Se você ficar em jejum prolongado, isso funciona como um evento de estresse para o organismo e ocorre o aumento do cortisol”, explica Rascovski. Isso ainda ajuda a emagrecer de outras formar, pois evita que você esteja com muita fome nas refeições principais, e acabe abusando das calorias por falta de atenção.


Um dos muitos malefícios do cigarro é gerar um estresse no organismo e assim aumentar os níveis de cortisol. Por mais que ao deixar de fumar haja um pequeno ganho de peso, é possível prevenir isso com atividades físicas regulares.


Fonte: Minhavida.com.br

Cortisol e sua influência no peso

As glândulas suprarrenal bombeiam o cortisol para alertar o corpo de situações de perigo e isso faz com que diminui a produção do hormônio testosterona, fazendo com que, por sua vez diminua o desenvolvimento muscular.

Relação entre a compulsão alimentar e cortisol

produção de cortisol é produzido sob estresse, que nos faz comer compulsivamente. Se isso se torna um hábito, a queda de testosterona provoca uma diminuição da massa muscular, para que menos calorias sejam queimadas. Esta é a razão por que ganhamos peso ao longo do tempo.

Isto ocorre naturalmente com a idade, mas os altos níveis de cortisol aceleraram o processo. O cortisol também estimula o corpo a armazenar gordura, especialmente gordura visceral é particularmente perigoso porque envolve órgãos vitais, aumenta os níveis de colesterol e de insulina e abre o caminho para a doença cardíaca e diabetes.
Se não podemos eliminar completamente toda a ansiedade e o estresse que desencadeia o aumento do cortisol, se seguirmos estes passos que descrevo abaixo para combater o estresse, controlando os níveis de cortisol, mantendo seu peso corporal sob controle, e melhorando sua saúde geral, ao mesmo tempo.

A redução dos níveis de cortisol

É irônico, mas a pesquisa mostra que as dietas rígidas podem fazer com que os níveis de cortisol subam para 18%.
Além disso, quando os níveis de cortisol têm picos, o açúcar no sangue fica louco, primeiro subindo, em seguida, caindo drasticamente. Isso faz com que você fique irritado e voraz, você não percebeu?
Quando o cérebro é privado de açúcar, o seu principal combustível, autocontrole cai e a força de vontade desaparece. A única maneira de evitar é deixar de fazer certas dietas rígidas.
O correto seria comer três refeições e dois lanches saudáveis ​​uniformemente espaçados ao longo do dia para que o seu açúcar no sangue permaneça: Você não vai ficar com fome, não será forçado a comer compulsivamente, e ao mesmo tempo irá perder alguns quilos.
http://dicassobresaude.com/cortisol-e-sua-influencia-no-peso/

Alimentos para reduzir os níveis de cortisol

O problema é que o corpo nem sempre sabe como diferenciar uma situação perigosa do que é imaginário. Assim, em muitos momentos da vida, como um dia estressante no trabalho, por exemplo, o corpo então começa a liberar o hormônio cortisol em excesso, o que pode causar problemas ao organismo.
Outros efeitos secundários indesejáveis ​​dos níveis elevados de cortisol incluem excesso de gordura corporal, especialmente na barriga, e níveis reduzidos de hormônios sexuais, o que diminui desejo sexual. Além disso, provoca também a perda de tecido muscular, aumento de peso, problemas de sono, envelhecimento da pele, problemas cardíacos e hipertensão, mudanças de humor, problemas digestivos e pode levar a uma enfermidade chamada doença de Cushing.
Algumas mudanças na dieta são essenciais para ajudar a reduzir o excesso de cortisol em seu corpo, especialmente nos casos em que as situações de estresse são grandes. Estas mudanças vão ajudar a controlar os níveis desse hormônio e prevenir seus efeitos colaterais.

1 – Alimentos ricos em fenilalanina

A fenilalanina é um aminoácido precursor da dopamina, que é um neurotransmissor que dá sensação de bem estar e reduz os desejos de comer alimentos ricos em gordura e açúcar. O aumento nos níveis de fenilalanina, proporciona bem estar, prevenindo assim o estresse crônico que gera o cortisol alto. Boas fontes de fenilalanina são: carnes, ovos, leite e derivados, amêndoas, amendoim, castanha do pará, avelã, pistache, soja, grão de bico, feijão, ervilha, lentilha.

2 – Alimentos ricos em triptofano

O triptofano é um aminoácido precursor de serotonina que proporciona prazer e bem estar, combate o estresse e, consequentemente, reduz o cortisol alto. Boas fontes de triptofano são: carne de frango, leite e produtos lácteos, ovo, abacate, couve flor, ervilha, amendoim, amêndoa, castanha de caju.

3 – Alimentos ricos em vitamina B5

Esse nutriente contribui para produção de serotonina. A serotonina é um neurotransmissor que produz uma sensação de bem estar, regula o sono e proporciona felicidade. Isso ajuda a combater a produção elevada de cortisol. Boas fontes de vitamina B5 são: carne de frango, fígado, farelo de trigo e de de arroz, sementes de girassol, salmão, abacate.

4 – Alimentos ricos em ômega 3

Ricas fontes de ácidos graxos ômega 3, podem reduzir os níveis de cortisol alto, de acordo com um estudo publicado em 2013 no “Nutrition Molecular e Pesquisa Food”. O estudo constatou que 3 semanas depois tomar suplementos de óleo de peixe, os participantes do estudo tiveram uma redução mensurável nos níveis de cortisol. Fontes de ômega 3 são: sardinha, salmão, arenque, sementes de chia e linhaça, nozes.

5 – Alimentos com baixo índice glicêmico

Manter níveis adequados de açúcar no sangue ajuda a controlar os níveis de cortisol alto. Para isso, os alimentos com baixo índice glicêmico são essenciais, pois liberam açúcar lentamente na corrente sanguínea, proporcionando também uma fonte de energia regular ao organismo. Alimentos com baixo índice glicêmico incluem: aveia, leite, soja, ervilha, grão de bico, milho, abóbora, cenoura, pepino, maçã, pera, laranja.

http://dicassobresaude.com/5-alimentos-para-reduzir-os-niveis-de-cortisol-alto/



10 sinais de altos níveis de cortisol no corpo

A vida moderna é estressante. Nós constantemente temos tarefas importantes no dia a dia, além de várias preocupações, como datas de vencimento, exames, família, longos dias de trabalho, etc. Todas estas situações nos causam muito estresse e quando você permanece muito tempo estressado, o hipotálamo, uma pequena região na base do seu cérebro, dispara um alarme em seu corpo. Isso faz com que nervos e sinais hormonais impulsionem suas glândulas supra-renais localizadas acima dos rins para liberar uma onda de hormônios, como adrenalina e cortisol.

Algumas causas da síndrome de Cushing incluem:

– Estresse crônico: o cortisol também é conhecido como o “hormônio do estresse”.
– Problemas renais: existem várias doenças raras das glândulas supra-renais que podem causar altos níveis de cortisol.
– Medicamentos esteroides: algumas pessoas que tomam medicamentos esteroides que são semelhantes ao cortisol.
– O consumo excessivo de álcool.
– Depressão grave.

Sintomas de altos níveis de cortisol

Mudanças de humor

É normal sentir-se mal-humorado ou deprimido de vez em quando, mas se você se sentir como se estivesse constantemente deprimido e/ou ansioso, então pode estar sofrendo as consequências dos efeitos a longo prazo sobre a produção de cortisol, serotonina e dopamina.

Problemas digestivos

Níveis elevados de cortisol, faz com que a energia seja retirada a partir do trato gastrointestinal, o que diminui a produção de enzimas necessárias para digerir os alimentos e reduz a absorção de minerais e nutrientes. E, de fato, o estresse é uma das razões para que o sistema digestivo não funcione corretamente.

Doença cardíaca e pressão arterial elevada

Como já aprendemos, o cortisol alto no corpo pode ser devido a um estilo de vida estressante. O estresse contínuo pode elevar a pressão arterial, o que por sua vez pode levar a um risco aumentado de doença cardíaca.

Problemas de sono

A produção de cortisol é naturalmente alta na parte da manhã para ajudar a acordar. No entanto, em pessoas cronicamente estressadas, ​​suas glândulas adrenais que produzem cortisol, alteram seus níveis de cortisol para que o mesmo seja baixo na parte da manhã.

Ganho de peso

hormônio cortisol estimula o apetite e o desejo por alimentos doces, ricos em calorias e carboidratos. Então se você tem níveis elevados de cortisol em seu corpo por um longo período de tempo, as chances de engordar são maiores.

Envelhecimento da pele e rugas

Como se os problemas relacionados com altos níveis de cortisol não fossem o bastante para causar danos no interior do corpo, eles também nos afetam externamente, causando a desidratação da pele. A pele desidratada se torna mais propensa a rugas prematuras.

Outros sintomas incluem:

Dores (especialmente nas costas), aumento da susceptibilidade a infecções, enfraquecimento do sistema imunológico e pelos faciais em mulheres.
Na maioria dos casos (com exceção de quando a medicação esteroide é a causa), os sintomas se desenvolvem gradualmente. O diagnóstico é muitas vezes pouco claro por algum tempo, porque a maioria dos sintomas, também podem ser causados por outros problemas comuns.
Se você sente que está enfrentando algum destes sintomas, pode ser a hora de dar uma olhada no seu estilo de vida e procurar maneiras de mudá-lo a fim de reduzir os seus níveis de cortisol.

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Remédios naturais para tratamento da doença de Cushing

A síndrome de Cushing é um raro problema hormonal que expõe a pele do corpo a altos níveis de hormônio cortisol, sendo também frequentemente conhecido como ''hipercortisolismo''. Entre 10 a 15 milhões de pessoas anualmente têm a síndrome, com os sintomas de obesidade na parte superior do corpo, arredondamento facial, gordura no pescoço, e pele frágil e fina.
Um dos sintomas da síndrome de Cushing é a perda óssea e muscular que, com o tempo, podem ser difíceis de serem revertidas. Entretanto, a ingestão de uma dieta de baixa caloria com alto teor proteico, juntamente com o consumo de cálcio e suplementos de vitamina D, podem ajudar a parar o avanço. É recomendado a quem sofre com a síndrome limitar o consumo de gordura a 30% do consumo total de comida, assim como monitorar o colesterol, já que os crescentes níveis de cortisol podem também causar aumento das taxas do nível de colesterol. Recomenda-se ainda o consumo de alimentos com baixo colesterol (limitando sua ingestão a menos de 300 mg diário) ao mesmo tempo que se deve consumir de 25 a 30 g de fibras como as encontradas em todos os grãos.

Reduzindo o consumo de sódio

Os pacientes com a síndrome de Cushing também estão suscetíveis à pressão alta. São necessários cuidados para minimizar os riscos que essa pressão elevada traz e um dos mais eficientes é mudar a dieta para redução dos níveis de sódio. Diminuir a quantidade de ingestão de sal é um bom começo.

Exercícios

A síndrome causa um repentino e perigoso ganho de peso, especialmente na parte superior do corpo e cabeça. Exercícios frequentes podem ajudar a manter seu peso sob controle, o que também fortalecerá seus músculos e ossos. Pelo fato de pessoas que sofram da síndrome de Cushion terem frequentemente excesso de peso ou outros problemas de saúde, é importante o foco nos exercícios aeróbicos, como caminhar, correr, pedalar ou nadar para controlar o peso.

Tratamento de feridas

É importante tomar um cuidado extra para qualquer ferimento durante o tratamento da síndrome de Cushing, porque um aumento na quantidade de cortisol poderá inibir a cura de feridas, por vezes levando a infecções e outros problemas. Assegure-se de limpar todos os ferimentos usando um sabão antisséptico e linimento, além de vestimentas adequadas para evitar que os ferimentos infeccionem.


Escrito por Richard Manfredi Traduzido por Marcos Gomes

Dieta de proteínas para a síndrome de Cushing

A síndrome de Cushing afeta adultos entre os 20 e 50 anos de idade e atinge cerca de 15 milhões de pessoas a cada ano. Às vezes chamada de hipercortisolismo ou hiperadrenocorticismo, ela é causada quando os tecidos do corpo são expostos durante um longo período ao cortisol, um hormônio que se encontra no sangue, ou nos glucocorticoides, que são utilizados para tratar doenças inflamatórias. Algumas pessoas sofrem dessa doença devido ao uso de esteroides para asma, artrite ou lúpus. A síndrome requer uma dieta especial .

O que é o cortisol

Cortisol é um hormônio encontrado no sangue. Os hormônios são substâncias químicas especiais que viajam pelo sangue a diferentes partes do corpo, para fazer o seu trabalho. Quando as glândulas supra-renais realizam superprodução, o cortisol começa a se quebrar e a estabelecer a síndrome de Cushing (veja a referência 3).

Dieta

A maior informação que se deve ter é que, após adquirir Cushing, a pessoa deve seguir uma dieta rica em proteínas. Esta síndrome quebra as proteínas, elimina o cálcio e deposita camadas de gordura por todo o corpo (veja a referência 3).
Então é necessário fazer uma dieta exclusivamente proteica? Não é assim, afirma Barbara Craven, Ph.D.., RD, LD e especialista em exames de Cushing. A Dr. Craven diz que deve-se primeiro normalizar o apetite. Tente eliminar os carboidratos refinados: farinha branca e açúcar branco. Além disso, livre-se das gorduras de origem animal. No entanto, ela também diz que não se deve privar totalmente da energia provinda dos carboidratos. Você precisa de carboidratos, pois eles são o combustível do corpo. O corpo os queima e, depois, a gordura. Sem carboidratos, o corpo começará a queimar os músculos para se nutrir. Caso esteja limitando à ingestão de carboidratos e acabar ficando com pouca energia, coma um pequeno pedaço de chocolate.
É preciso mais proteína em sua dieta, assim como cálcio, pois pode ocorrer perda de massa óssea, devido aos altos níveis de cortisol. Suplementos, como cálcio ou vitamina D, podem ajudar a atingir a quantidade diária desejada. Além disso, limite a quantidade de sal na dieta. O excesso dele pode causar hipertensão arterial, o que já é uma das complicações dessa síndrome (veja a referência 1).

Outras ajudas

A dieta por si só não é capaz de solucionar tudo. Devido à potencial perda óssea, uma das melhores coisas é a prática regular de exercícios. Mais especificamente, os de levantamento de peso, como musculação, flexões ou abdominais. Já que o ganho de peso no tronco e na face são efeitos colaterais comuns de Cushing, os exercícios que aumentam a frequência cardíaca são muito convenientes (veja a referência 3). Faça atividades como cooper, corrida, natação e andar de bicicleta.

escrito por Travis Taylor Traduzido por Weber Figueiredo


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Quanto tempo demora para melhorar ou curar esta síndrome ou doença?



O cushing não foi decretado a cura total pois é uma doença que dependendo de cada caso pode voltar então é uma questão de muita sorte o tumor ser todo tirado e assim ficar anos e anos sem essa doença para os médicos o cushing é uma doença que sempre todos ficarão no controle de exames para sempre.
exames para sempre.